Tu tinhas tudo.
Tudo para te tornares na primavera mais bonita.
A primavera mais simples mas completa.
A primavera que me ia deixar o coração cheio.
Tu tinhas tudo a teu favor.
Tinhas as armas carregadas.
Os braços abertos.
A mão estendida.
Tu tinhas-me.
Sem mais nem porquês.
Eu estava ao teu lado,
Sem questionar as tuas escolhas.
Nunca sai do nosso lugar.
Tu tinhas tudo para me teres eternamente.
Tinhas tudo...
Mas conseguiste transformar-te em nada.
Transformaste-te na primavera mais sofrida.
Na primavera mais triste.
Na primavera que me irá sempre marcar, pelo desgosto.
Deste-me insónias quase incuráveis.
Ofereceste-me lágrimas atrás de lágrimas.
Criaste em mim um vazio.
Um aperto no peito que me consome todos os dias.
Deste-me a sensação de estar a sufocar,
Sempre que me lembro de ti.
É tão doloroso receber isto,
Quando já me senti amada por ti.
Eu sentia-me amada por ti,
Mesmo que não me amasses.
Olhava para os teus pequenos gestos,
Como uma forma de me preencheres.
Sempre que vinhas, sempre que chegavas,
O meu dia, a minha semana, ficava preenchida.
Quando me tocavas, com a ponta dos teus dedos frios,
Eu sentia que me querias.
Que só me querias a mim.
Mas não...
Quiseste-me a mim e a mais não sei quem.
Quiseste mostrar-me tanto, que acabaste por me mostrar o teu pior lado.
Tu tinhas tudo...
E eu fiquei sem nada.
não me tires a Lua
14 de janeiro de 2016
Eu esperava por ti...
como a noite espera sempre pela Lua.
Esperava que me viesses perguntar como estava.
Se já estava a dormir.
Ou simplesmente, para me desejares boas noites.
Esperava todas as noites por ti.
Estivesse frio na minha cidade,
e fizesse com que a minha janela me gelasse o peito.
Estivesse calor e senti-se o meu corpo a arder.
Eu esperava por ti...
Tu não imaginas o que eu esperei por ti,
e de ti.
Não tens a menor da ideia,
de quantas foram as vezes que eu te imaginava ali.
Ao meu lado, a percorrer as ruas da minha cidade,
ou a dormir ao meu lado.
Não sabes as vezes que eu contava contigo,
e tu simplesmente não vinhas.
Não aparecias, nem davas sinais de querer aparecer.
Esperei de ti, mais atenção, mais afecto.
Contava que estivesses comigo agora,
a dizer-me que vai correr tudo bem.
A brincar com os meus dedos pousados nas tuas mãos.
A dizer parvoíces só para me fazer sorrir.
Eu esperava que aquela viagem não fosse a última,
mas eu senti que seria.
Seria a última vez que me abraçava a ti, e fechava os olhos com força.
Seria a última vez que sentia a tua respiração a milímetros de mim.
Seria a última vez que te tinha comigo.
A última vez em que gastavas o teu precioso tempo comigo.
Eu senti que seria a última vez, mas esperei tanto por ti.
E sabes o que custa mais?
Carregar as saudades e a mágoa sozinha.
Suportar a dor da tua ausência sem ninguém.
Ter que sorrir quando me perguntam por ti.
Ter que silenciar os soluços que as lágrimas libertam durante a noite.
Mostrar às pessoas que estou bem...
quando estou em pedaços.
Demonstrar que desta é que é, é desta que sais da minha vida.
Espero tanto por ti, e deixas-me sempre assim...
sozinha entregue às lágrimas.
como a noite espera sempre pela Lua.
Esperava que me viesses perguntar como estava.
Se já estava a dormir.
Ou simplesmente, para me desejares boas noites.
Esperava todas as noites por ti.
Estivesse frio na minha cidade,
e fizesse com que a minha janela me gelasse o peito.
Estivesse calor e senti-se o meu corpo a arder.
Eu esperava por ti...
Tu não imaginas o que eu esperei por ti,
e de ti.
Não tens a menor da ideia,
de quantas foram as vezes que eu te imaginava ali.
Ao meu lado, a percorrer as ruas da minha cidade,
ou a dormir ao meu lado.
Não sabes as vezes que eu contava contigo,
e tu simplesmente não vinhas.
Não aparecias, nem davas sinais de querer aparecer.
Esperei de ti, mais atenção, mais afecto.
Contava que estivesses comigo agora,
a dizer-me que vai correr tudo bem.
A brincar com os meus dedos pousados nas tuas mãos.
A dizer parvoíces só para me fazer sorrir.
Eu esperava que aquela viagem não fosse a última,
mas eu senti que seria.
Seria a última vez que me abraçava a ti, e fechava os olhos com força.
Seria a última vez que sentia a tua respiração a milímetros de mim.
Seria a última vez que te tinha comigo.
A última vez em que gastavas o teu precioso tempo comigo.
Eu senti que seria a última vez, mas esperei tanto por ti.
E sabes o que custa mais?
Carregar as saudades e a mágoa sozinha.
Suportar a dor da tua ausência sem ninguém.
Ter que sorrir quando me perguntam por ti.
Ter que silenciar os soluços que as lágrimas libertam durante a noite.
Mostrar às pessoas que estou bem...
quando estou em pedaços.
Demonstrar que desta é que é, é desta que sais da minha vida.
Espero tanto por ti, e deixas-me sempre assim...
sozinha entregue às lágrimas.
21 de dezembro de 2015
Tu não consegues fazer ideia o quanto dói.
O quando dói saber que eu fui a outra.
A outra que te fazia sorrir,
mas que não te fazia bater o peito de maneira acelerada.
Saber que adormecias a pensar noutra pessoa,
quando me dizias que me querias ao teu lado na cama.
Saber que imaginas outra pessoa,
quando me sentava no teu colo e te beijava.
Saber que querias outra pessoa,
quando me davas a entender que querias estar aqui.
Dói de uma forma que nem imaginas.
Como se estivessem a arrancar-te do meu peito.
Arrancam-te à força toda, mas não levam tudo.
Deixam o que mais me magoa.
Fica a tua voz a ecoar na minha cabeça.
Fica a tua mão a percorrer o meu rosto,
como se o tivesse a decorar.
Fica a força dos teus lábios a virem contra os meus.
Fica o teu cheiro entranhado na minha pele,
como se fosse o meu perfume.
Fica a pressão que os teus braços faziam,
nas nossas despedidas.
Fica tanta coisa.
As memórias ninguém as leva.
As memórias e as questões.
Pergunto-me todos os dias,
se nunca te dei o melhor de mim.
Se a minha atenção nunca foi suficiente.
Se o que fiz por ti, nunca te soube a nada.
Questiono-me sempre o que faltou,
para te conseguir prender a mim.
Fiz tanto por ti, e a paga disto tudo
é a mágoa que me dás ao saber que era a outra.
Agora só desejo que ela cuide de ti,
já que nunca mo deixaste fazer na totalidade.
Ela que te deseje as boas noites,
exatamente como eu fazia.
Ela que te proteja de tudo o que te magoa.
Mais o que eu mais desejo,
é que ela nunca te faça abrandar o bater do coração,
como tu me fizeste.
A menina dos olhos verdes brilhantes,
e das sardas a colorirem-lhe o rosto,
vai embora para longe.
Até um dia.
O quando dói saber que eu fui a outra.
A outra que te fazia sorrir,
mas que não te fazia bater o peito de maneira acelerada.
Saber que adormecias a pensar noutra pessoa,
quando me dizias que me querias ao teu lado na cama.
Saber que imaginas outra pessoa,
quando me sentava no teu colo e te beijava.
Saber que querias outra pessoa,
quando me davas a entender que querias estar aqui.
Dói de uma forma que nem imaginas.
Como se estivessem a arrancar-te do meu peito.
Arrancam-te à força toda, mas não levam tudo.
Deixam o que mais me magoa.
Fica a tua voz a ecoar na minha cabeça.
Fica a tua mão a percorrer o meu rosto,
como se o tivesse a decorar.
Fica a força dos teus lábios a virem contra os meus.
Fica o teu cheiro entranhado na minha pele,
como se fosse o meu perfume.
Fica a pressão que os teus braços faziam,
nas nossas despedidas.
Fica tanta coisa.
As memórias ninguém as leva.
As memórias e as questões.
Pergunto-me todos os dias,
se nunca te dei o melhor de mim.
Se a minha atenção nunca foi suficiente.
Se o que fiz por ti, nunca te soube a nada.
Questiono-me sempre o que faltou,
para te conseguir prender a mim.
Fiz tanto por ti, e a paga disto tudo
é a mágoa que me dás ao saber que era a outra.
Agora só desejo que ela cuide de ti,
já que nunca mo deixaste fazer na totalidade.
Ela que te deseje as boas noites,
exatamente como eu fazia.
Ela que te proteja de tudo o que te magoa.
Mais o que eu mais desejo,
é que ela nunca te faça abrandar o bater do coração,
como tu me fizeste.
A menina dos olhos verdes brilhantes,
e das sardas a colorirem-lhe o rosto,
vai embora para longe.
Até um dia.
1 de dezembro de 2015
Não tinhas o direito de tornar as minhas madrugadas,
em banhos de lágrimas.
Tu não tinhas esse direito, não tinhas.
Eu nunca te fiz mal, para me destruíres desta maneira.
Atiraste-me para o chão, mais uma vez.
Já perdi a conta, das vezes que me levantei sozinha,
depois de me teres atirado para estas madrugadas.
Deixas-me sozinha, e vais-te embora.
Como se nunca me tivesses cativado.
Como se nunca me tivesses feito adormecer de sorriso nos lábios.
Como se nunca me tivesses feito feliz,
nos últimos meses.
Não queres saber no estado em que me deixaste.
Magoas-me e segues em frente.
Segues de volta para essa bola em que nunca me deixaste entrar.
Essa bola em que te colocas quando te apetecer desaparecer,
dos meus dias.
Nunca me deste hipótese de cuidar de ti.
Nunca me deixaste cuidar das feridas que alguém,
no passado te deixou no peito.
Nunca.
O medo de voltares para casa com feridas maiores,
só me afastou mais de ti.
Eu queria fazer-te feliz.
O homem mais feliz do mundo.
Mesmo que a distância o dificultasse.
Eu estaria disposta a tudo, por ti.
Só por ti...
meu menino.
Mas agora, agora que me fui embora.
(e desta vez, vou mesmo)
Espero que te cuides.
Que encontres alguém que cuide de ti.
Tens de entregar esse coração a alguém...
não podes cuidar dele sozinho, acredita em mim.
Espero que o futuro te traga as maiores alegrias.
Espero que não magoes mais ninguém,
com essa tua frieza.
Eu vou-me embora, mas nunca te vou esquecer.
Não vou deixar de me lembrar desse sorriso,
do teu olhar, a aquecer-me por dentro,
dos teus abraços de despedida,
da alegria que parecias ter, quando estavas ao meu lado,
Nunca vou esquecer nada, mas preciso mesmo de ir.
Tenho de começar a cuidar de mim, sozinha.
Vou continuar a desejar-te boa noite,
mas apenas mentalmente.
Desejar que as coisas te corram bem daqui para a frente.
E nunca te esqueças de uma coisa,
foste a maior alegria que a Primavera me deu.
20 de novembro de 2015
Espero que saibas a sorte que tens.
A sorte que tens de teres o olhar dela direccionado para ti.
A sorte que tens em que ela te fale.
A sorte que tens em pegar na mão dela.
Em segurar naqueles dedos frágeis.
Ela têm o mundo na ponta dos dedos.
Acredita no que eu te digo.
Dá-te por sortudo por conseguires fazê-la sorrir.
Se ela sorrir e corar para ti...
Considera-te o homem mais sortudo do mundo.
As maças do rosto dela ficam tão mais bonitas em tons avermelhados.
E o sorriso dela...
Quem me dera não o ter perdido.
Não faças nada que a magoe, por favor.
Não cometas o mesmo erro que eu cometi.
Ela não suporta que a magoem.
Nem merece.
Por isso, por favor...
Cuida bem dela.
Acalma-a quando ela te disser que não consegue dormir.
Diz-lhe que vai ficar tudo bem.
Abraça-a sempre que puderes.
Eu daria o mundo para a voltar a ter nos meus braços.
Ela é pequenina, e acha-se gigante.
Mas tem razão.
Ela torna tudo gigante quando está por perto.
Torna tudo tão especial e diferente.
Ela é diferente.
Aquelas sardas pintadas no rosto dela, dão-lhe um ar meigo.
Aqueles olhos verdes capazes de fazer perder qualquer homem.
E se ela alguma vez te olhou nos olhos, entendes o que te digo.
Trata bem dela.
Não a deixes sozinha.
Diz que a adoras quando ela acordar de mau humor.
E se ela acordar cedo por ti... o coração dela bate por ti.
Quando ela te desejar boa noite, nunca a deixes ir dormir sem o fazeres também.
Nunca a deixes a pensar coisas más antes dela adormecer.
E se já tiveres tido a sorte de dormires ao lado dela, aprecia-a a sonhar.
Ela sorri quando está a sonhar.
Para não falar do cheiro maravilhoso que ela tem ao dormir.
O corpo dela liberta um perfume tão bom.
Como um elixir que te faz apaixonar cada vez mais.
Não a faças arrepender de nada.
Não lhe dês motivos para se ir embora, porque ela não volta.
Pode ser um doce de menina, mas mal a magoes, não voltas a ter essa doçura.
Ela é especial.
Não a deixes fugir.
Não cometas o erro que eu cometi, e que quando me apercebi, era tarde demais.
Se ela te escolheu a ti, para lhe reconstruíres o coração, que eu parti...
Considera-te o homem mais sortudo do mundo.
A sorte que tens de teres o olhar dela direccionado para ti.
A sorte que tens em que ela te fale.
A sorte que tens em pegar na mão dela.
Em segurar naqueles dedos frágeis.
Ela têm o mundo na ponta dos dedos.
Acredita no que eu te digo.
Dá-te por sortudo por conseguires fazê-la sorrir.
Se ela sorrir e corar para ti...
Considera-te o homem mais sortudo do mundo.
As maças do rosto dela ficam tão mais bonitas em tons avermelhados.
E o sorriso dela...
Quem me dera não o ter perdido.
Não faças nada que a magoe, por favor.
Não cometas o mesmo erro que eu cometi.
Ela não suporta que a magoem.
Nem merece.
Por isso, por favor...
Cuida bem dela.
Acalma-a quando ela te disser que não consegue dormir.
Diz-lhe que vai ficar tudo bem.
Abraça-a sempre que puderes.
Eu daria o mundo para a voltar a ter nos meus braços.
Ela é pequenina, e acha-se gigante.
Mas tem razão.
Ela torna tudo gigante quando está por perto.
Torna tudo tão especial e diferente.
Ela é diferente.
Aquelas sardas pintadas no rosto dela, dão-lhe um ar meigo.
Aqueles olhos verdes capazes de fazer perder qualquer homem.
E se ela alguma vez te olhou nos olhos, entendes o que te digo.
Trata bem dela.
Não a deixes sozinha.
Diz que a adoras quando ela acordar de mau humor.
E se ela acordar cedo por ti... o coração dela bate por ti.
Quando ela te desejar boa noite, nunca a deixes ir dormir sem o fazeres também.
Nunca a deixes a pensar coisas más antes dela adormecer.
E se já tiveres tido a sorte de dormires ao lado dela, aprecia-a a sonhar.
Ela sorri quando está a sonhar.
Para não falar do cheiro maravilhoso que ela tem ao dormir.
O corpo dela liberta um perfume tão bom.
Como um elixir que te faz apaixonar cada vez mais.
Não a faças arrepender de nada.
Não lhe dês motivos para se ir embora, porque ela não volta.
Pode ser um doce de menina, mas mal a magoes, não voltas a ter essa doçura.
Ela é especial.
Não a deixes fugir.
Não cometas o erro que eu cometi, e que quando me apercebi, era tarde demais.
Se ela te escolheu a ti, para lhe reconstruíres o coração, que eu parti...
Considera-te o homem mais sortudo do mundo.
3 de novembro de 2015
Faltam-me as palavras para te escrever.
E eu que gostava tanto de te escrever, na companhia da Lua.
Na companhia da minha amada Lua.
Mas desta vez, deitaste-me cair com demasiada força.
O soalho do meu quarto está cheio de pedaços meus.
Pedaços meus, com pequenas partes tuas.
Os meus lábios cortam-me a língua,
Sempre que me lembro de saborear o teu último beijo.
As minhas mão apertam-se uma na outra,
Cada vez que sinto falta da tua mão entrelaçada na minha.
A voz falha-me sempre que te chamo.
O meu corpo deixa-se cair, sem forças.
E sempre que deixo as minhas pálpebras fecharem,
O teu rosto aparece, assustando-me.
A nitidez com que apareces é assustadora.
É como se estivesses ali, pronto para me assombrar os sonhos.
Que é exatamente o que tens feito,
Nas últimas quatro noites.
Não tinhas o direito de não me deixar repousar.
Não podias me ter deixado neste estado.
Com medo que alguém me toque.
Com receio de me aproximar de alguém.
E que esse alguém tenha o mesmo perfume que tu.
Tenho tanto medo.
Medo de voltar a cair, da mesma maneira como me deixaste cair.
Tenho o coração desfeito,
E mesmo assim só encontro pedaços teus.
Vens para me ajudar a reconstruir os meus dias,
ou não voltas mais?
Cuidado...
Não te quero aos poucos.
Ou vens inteiro e ficas, ou podes ficar aí.
Os meus lábios cortam-me a língua,
Sempre que me lembro de saborear o teu último beijo.
As minhas mão apertam-se uma na outra,
Cada vez que sinto falta da tua mão entrelaçada na minha.
A voz falha-me sempre que te chamo.
O meu corpo deixa-se cair, sem forças.
E sempre que deixo as minhas pálpebras fecharem,
O teu rosto aparece, assustando-me.
A nitidez com que apareces é assustadora.
É como se estivesses ali, pronto para me assombrar os sonhos.
Que é exatamente o que tens feito,
Nas últimas quatro noites.
Não tinhas o direito de não me deixar repousar.
Não podias me ter deixado neste estado.
Com medo que alguém me toque.
Com receio de me aproximar de alguém.
E que esse alguém tenha o mesmo perfume que tu.
Tenho tanto medo.
Medo de voltar a cair, da mesma maneira como me deixaste cair.
Tenho o coração desfeito,
E mesmo assim só encontro pedaços teus.
Vens para me ajudar a reconstruir os meus dias,
ou não voltas mais?
Cuidado...
Não te quero aos poucos.
Ou vens inteiro e ficas, ou podes ficar aí.
17 de outubro de 2015
Sabes o que é pior nisto tudo?
É que eu mesmo que te ignore.
Mesmo que tente não pensar em ti durante o dia.
Mesmo que à noite, não adormeça a pensar em ti e nesse sorriso.
Mesmo que ao me mover, não sinta o teu cheiro.
Mesmo que feche os olhos e não te veja.
As saudades não passam.
Elas não morrem.
Nem sequer se afastam para me deixarem respirar.
As saudades do teu corpo encostado ao meu, não passam.
As saudades de ter os teus lábios a centímetros dos meus, não passam.
Não passam as saudades de me abraçar a ti, e sentir o coração cheio.
Elas não passam.
Nem tu fazes nada para que elas deixem de me sufocar.
Pelo contrário...
Ainda me deixas com mais saudades.
Saudades de algo que não temos.
De algo que não vai passar de pensamentos e desejos meus.
Algo que não existe.
Algo que só me deixa um vazio enorme.
Vem aí o frio.
O frio que me faz querer-te ainda mais.
Que me faz imaginar-te três vezes mais ao meu lado, no dia-a-dia.
Mata-me os desejos.
Mata-me as vontades carnais
Mata-me de amor.
Mata-me de gemidos.
Mata-me de prazer.
Mas por favor, não me mates de saudades.
Vem.
Procura-me mais uma vez.
Eu estou aqui, à espera que me encontres e me abraces.
À espera que percebas que por mais que te ignore...
Por mais que não te diga nada ao final do dia.
Por mais que não demonstre interesse.
Eu estou aqui...
Estou aqui todas as noites, a desejar-te boa noite.
A desejar que não me tires a Lua.
É que eu mesmo que te ignore.
Mesmo que tente não pensar em ti durante o dia.
Mesmo que à noite, não adormeça a pensar em ti e nesse sorriso.
Mesmo que ao me mover, não sinta o teu cheiro.
Mesmo que feche os olhos e não te veja.
As saudades não passam.
Elas não morrem.
Nem sequer se afastam para me deixarem respirar.
As saudades do teu corpo encostado ao meu, não passam.
As saudades de ter os teus lábios a centímetros dos meus, não passam.
Não passam as saudades de me abraçar a ti, e sentir o coração cheio.
Elas não passam.
Nem tu fazes nada para que elas deixem de me sufocar.
Pelo contrário...
Ainda me deixas com mais saudades.
Saudades de algo que não temos.
De algo que não vai passar de pensamentos e desejos meus.
Algo que não existe.
Algo que só me deixa um vazio enorme.
Vem aí o frio.
O frio que me faz querer-te ainda mais.
Que me faz imaginar-te três vezes mais ao meu lado, no dia-a-dia.
Mata-me os desejos.
Mata-me as vontades carnais
Mata-me de amor.
Mata-me de gemidos.
Mata-me de prazer.
Mas por favor, não me mates de saudades.
Vem.
Procura-me mais uma vez.
Eu estou aqui, à espera que me encontres e me abraces.
À espera que percebas que por mais que te ignore...
Por mais que não te diga nada ao final do dia.
Por mais que não demonstre interesse.
Eu estou aqui...
Estou aqui todas as noites, a desejar-te boa noite.
A desejar que não me tires a Lua.
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